Assim como em outras audiências públicas, perguntas especificas ficam sem respostas especificas.

A aplicação do dinheiro público deveria ser uma decisão coletiva da população. Edmilson Rodrigues, prefeito de Belém, convocou um Congresso do povo para que a população participe da decisão.

Veja os links

https://decide.belem.pa.gov.br/processes/espacos-participacao-cidada/f/12/posts/93

 

Aqui em Mogi, é tudo um faz de conta. No dia 4/11, o secretário de finanças Ricardo Abílio e a secretaria adjunta de governo Larissa de Marco apresentaram, em uma “audiência pública”, as Diretrizes Orçamentarias (LDO) para o ano de 2022, no auditório da Câmara Municipal.

Vários problemas foram constatados que transformaram a audiência em mero ato para “cumprir tabela”:  1. A audiência foi feita às pressas; 2. Durou menos de uma hora; 3. Foi realizada em horário de trabalho da população, por isso,  só  um punhadinho  de pessoas selecionadas puderam participar; 4. Também não houve comparações com os resultados do ano passado.

Fora isso, vários questionamentos da vereadora Inês Paz ficaram com respostas vagas e sem aprofundamento como, por exemplo, a pergunta se haverá corte de verba em alguma secretaria. Os secretários responderam, simplesmente, que “as secretarias trabalhariam de maneira diferente e mais cooperativa” (sic).

Outra pergunta da vereadora foi quais seriam as prioridades do plano orçamentário e se haveriam investimentos na periferia. Larissa de Marco respondeu que as prioridades seriam saúde, educação, habitação e infraestrutura urbana. A secretaria também disse que haverá “estudos” para determinar investimentos em bairros periféricos, como Jundiapeba.

Tudo muito vago.

Pouquíssimas pessoas na audiência.