No último dia 6 de abril, professoras da rede municipal — as ADIs (Auxiliares de Desenvolvimento Infantil) — voltaram a se reunir em mais um ato de mobilização marcado por organização, resistência e um recado direto ao poder público: lei sancionada é lei a ser cumprida.
No centro das reivindicações está a Lei 15.326, já aprovada e em vigor, mas que, segundo a categoria, ainda não foi efetivamente aplicada pela Prefeitura. Para as trabalhadoras, não se trata de um novo pedido, e sim da garantia de um direito conquistado.
Além da cobrança pelo cumprimento da legislação, as ADIs também reforçam a necessidade de abertura de diálogo. A falta de negociação e de canais de comunicação mais eficientes com a gestão municipal tem sido um dos principais pontos de insatisfação. “Não basta existir a lei no papel, é preciso que ela se torne realidade no dia a dia das trabalhadoras”, apontam participantes do movimento.
A mobilização demonstra a força de uma categoria essencial para a educação infantil, que segue unida na defesa de melhores condições de trabalho e valorização profissional. Em um cenário onde a educação pública enfrenta diversos desafios, a luta das ADIs também levanta um debate mais amplo sobre o reconhecimento e o respeito às profissionais que estão na base da formação das crianças.
Com firmeza e organização, as trabalhadoras deixam claro: a luta continua — e só termina quando os direitos forem plenamente garantidos.
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